O novo Código Florestal, que traz um conjunto de regras sobre a preservação ambiental em propriedades rurais, foi aprovado no Senado na última terça-feira (6), após mais de seis horas de discussão, por 59 votos a favor e 7 contra..O Código havia sido aprovado na Câmara em maio e depois passou por diversas comissões do Senado antes de ser votado pelos senadores em plenário. Agora, volta para a análise da Câmara para que os deputados aprovem as mudanças.
Um estudo divulgado nesta segunda-feira (05) mostra que 40% dos casos de câncer no Reino Unido poderiam ser evitados caso os pacientes evitassem hábitos nocivos à saúde como fumar, beber álcool em excesso, ter uma alimentação não saudável e manter-se acima do peso.Os dados foram levantados por cientistas do Cancer Research britânico e publicados na revista médica "British Journal of Cancer".
Somente em 2010, os quatro fatores provocaram 106.845 casos de tumores malignos. Este número equivale a um terço de todos os diagnósticos de câncer naquele país no ano passado.O total de tumores notificados foi calculado com base no padrão de incidência da doença entre os anos de 1993 a 2007.
Segundo os especialistas britânicos, o fumo é o principal fator de risco para o desenvolvimento da doença e responde por 23% dos casos masculinos e por 15,6% dos tumores em mulheres.
Quando considerados outros 10 fatores de risco também ligados a estilo de vida e ao meio ambiente, o número de cânceres sobe para 134 mil.
Ao todo, 1 a cada 25 pacientes desenvolveram câncer por causa do local onde trabalham. Uma a cada 33 pessoas tiveram a doença por conta de infecções.
Para o professor Max Parkin, epidemiologista do instituto e da Universidade de Londres (Queen Mary), muitas pessoas ainda acreditam que o câncer é meramente uma questão genética e que a sorte é quem define se alguém irá ou não desenvolver a doença.
O especialista alerta que muitos tumores podem ter causas múltiplas como no caso do câncer de colo de útero, que pode ser causado ao mesmo tempo pelo vírus HPV e pelo hábito de fumar.
fonte: (http://g1.globo.com)
O diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Gilberto Câmara, informou nesta segunda-feira (5) que o desmatamento na Amazônia Legal atingiu área de 6.238 quilômetros quadrados entre agosto de 2010 e julho de 2011, uma queda de 11% na comparação com o período de agosto de 2009 a julho de 2010.Essa é a menor área desmatada no período desde que o sistema Prodes (Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal) começou a monitorar o desmatamento na região, em 1988, informou o Inpe.
Os dados foram divulgados no Palácio do Planalto, em Brasília, após os ministros Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia) e Izabella Teixeira (Meio Ambiente) e os presidentes do Inpe e do Ibama reunirem-se com a presidente Dilma Rousseff.
A Amazônia Legal compreende áreas de nove estados - Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.
Conforme o Inpe, as informações foram coletadas pelo sistema Prodes, que usa 96 imagens que cobre 90% de toda a Amazônia. O Prodes estima a taxa anual e a extensão do desmatamento bruto e divulga na rede o banco de dados digital.
Entre os estados que encabeçam a lista dos maiores desmatadores, o Pará está em primeiro lugar, com 2.870 quilômetros quadrados de área desmatada entre agosto de 2010 e julho de 2011. Os únicos dois estados que registraram aumento da área em relação ao ano passado foram Mato Grosso (20% de crescimento) e Rondônia, que, em 2011, dobrou a área desmatada.
A situação particular de Rondônia – cuja área desmatada foi de 1.126 quilômetros quadrados no período – “precisa ser esclarecida”, afirmou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. “Precisamos saber quais são as causas. Rondônia nunca experimentou dobrar o desmatamento”.
Para Aloizio Mercadante, os dois estados despertam preocupação por serem os únicos estados a terem aumento nos dados.
O presidente do Ibama, Curt Trennepohl, apresentou os números das apreensões realizadas na Amazônia legal durante o período de agosto de 2010 a julho de 2011. Foram 42 mil metros cúbicos de toras de árvores, 79 mil hectares embargados, 72 tratores e 325 caminhões.
O ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, disse que a queda no desmatamento se deve a um “combate implacável” do governo contra a prática.
“De fato havia um processo de aumento [do desmatamento] em curso, que foi detido pela competência dessa coordenação que o Meio Ambiente, junto com Ibama, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Força Nacional”.
fonte: (http://g1.globo.com)
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